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POSTADA EM: 12/12/2017 às 11h09    POSTADOR: SEMCOM - PEDRO II
“Impressionar e emocionar”: Thiago Espírito Santo fala sobre o Pedro II Sustentável
A música tem o poder de melhorar o ambiente e a vida das pessoas

Trazendo muitas novidades e ensinamentos valiosos na carreira de músicos locais e de artistas locais, o músico instrumentista Thiago Espírito Santo fala do impressionar e emocionar através da música: “A técnica tem o fator muito sedutor que é o de que você consegue impressionar por repetição: você pega uma música, mecaniza ela, ensina sua mão a fazer e a repetir e você impressiona as pessoas mostrando a sua capacidade de fazer aquilo, de executar com as mãos aquela música. Agora, emocionar as pessoas, você não precisa colocar a sua técnica, o seu virtuosismo, você expõe a sua essência, o seu amor.”

 

"Impressionar e emocionar"

“É até uma coisa que eu passo em sala de aula para os meus alunos: o cara tem uma boa técnica, mas fala ‘eu não consigo tocar com emoção’. Pensa na sua mãe, e você toca a mesma música, ou então fala ‘Mãe, que música a senhora gostaria de ouvir?’ Aí a sua mãe vai falar tal música e você vai aprender a tocar aquela música. Ai você vai ‘Mãe!’, Senta na sala e toca a música para sua mãe. Não tem como você não tocar com emoção isso! Por isso muda, você tem um relacionamento de emoção verdadeira, o amor, de você colocar sensação dentro da música. A música tem esse poder. Muitas vezes as pessoas se identificam com a letra da música, não com a música em si. A letra tem esse poder, a palavra tem esse poder: de enaltecer, engrandecer e melhorar o ambiente, ou não.”

“A importância daquilo que você escuta, daquilo que você lê, daquilo que você pensa, daquilo que você vibra tem a ver com emocionar e com impressionar. (...) É você conseguir o equilíbrio de trazer coisas para o seu dia a dia que lhe emocionem positivamente e não te emocionar de tristeza, porque a tristeza é também uma emoção, mas você ficar emocionado de felicidade como algum parente que vai se casar com a pessoa querida, ou alguma pessoa que vai ter um filho que vai nascer, uma criança chegando na família, ou a pessoa conseguiu conquistar o emprego que ela queria, ou as coisas estão andando bem, está com saúde, a gratidão, a emoção está muito ligado a isso.”

“Com a música não é diferente, acho que a gente não separa isso na vida: a sensação é a mesma. Agora, se você aplicar isso na profissão, você aplica ela no seu dia a dia, no seu meio social, ou com a sua família, ou no seu relacionamento amoroso com a sua companheira ou companheiro, aí tem que ter isso. Acho que isso muda completamente com essa filosofia de uma abordagem muito mais humana porque nós somos humanos!”

A escola de música como retrato do povo e sua cultura

Sobre a questão da escola de música, de já haver músicos atuando em várias frentes e a necessidade de estar trazendo experiências de novas praças culturais, de outras formas de expressão da música popular brasileira, da música instrumental, enfim, da música em geral, e de uma escola de música que compreenda os artistas da região, Thiago Espírito Santo interpreta: “ Eu parto do princípio que a cultura é o retrato do povo. O Brasil tem uma cultura inacreditável, uma cultura muito rica, uma cultura literária, uma cultura gastronômica e tem uma música muito forte, tem dança, tem muitas formas de expressar cultura.”

“Poder fazer parte disso e mostrar um pouco para as pessoas, da cultura, porque a gente toca música do mundo inteiro, mas quando a gente toca música brasileira é diferente! O olho do povo muda, quem está assistindo. Aqui numa cidade que abre espaço para a cultura, para outras visões de cultura, de pessoas que não estão na grande mídia. Eu não estou na grande mídia, Sandro não está. A gente está na internet, a internet deu uma equalizada nisso, na informação, as pessoas têm acesso ao que acontece de cultura no país e não só o que toca no rádio. (...)”

“Porque o país é muito grande. Então eu acho que a internet viabiliza essa cultura. Poder estar aqui, vindo de longe, para poder sentar e falar de cultura, como eu disse ali dentro da sala, eu quero agradecer. Acredito que o aprendizado maior tenha sido meu, de poder estar em contato com pessoas que eu nunca tinha visto antes na minha vida e poder falar sobre aquilo que eu acredito: que é cultura e colocar sempre qualidade na cultura. (...) Só que a nossa cultura é muito bonita! Então eu vendo a nossa cultura e gosto. Olha, tenho orgulho de ser brasileiro, tenho orgulho de fazer parte desse país e de propagar a cultura, e a filosofia e a visão do brasileiro! Porque o brasileiro é extremamente amável, receptivo, afável. Uma pessoa que sorri, independente do que está acontecendo. Isso faz a diferença.”

Mercado cultural brasileiro e valorização e consumo da cultura: disseminar a cultura de apreciar

Sobre o mercado cultural brasileiro: “O mercado está em ascensão, cada vez mais, porque surgem todos os dias novos artistas. Tem muita gente querendo se expressar de verdade. É uma constante e a ideia é que seja isto: as pessoas têm que se profissionalizar, os artistas, e de colocar isso de uma maneira melhor para as pessoas consumirem, para as pessoas terem acesso. Quanto mais as pessoas tiverem acesso a informação, melhor fica. Se o artista entender que não é só fazer a arte dele, é o comunicar com as pessoas. É o antes do show, é o depois do show, como ele fala com as pessoas durante o show, como ele fala com as pessoas durante a aula, é como ele fala com as pessoas no hotel que ele está hospedado, no voo, na rua... é saber que cada pessoa que está ali importa.”

Em relação à valorização e consumo da cultura: “A cultura é muito forte, ela muda a vida da pessoa! É a arte! Só que a arte imita a vida e a vida imita a arte! Saber apreciar as coisas e viver, valorizar a cultura da região. Falar para o artista daqui, para a população daqui: poxa, para mim é importante que você vá lá! Ter esse respeito, ter esse carinho!(...) É criar e disseminar a cultura de apreciar; a gente aprende! É um aprendizado, é uma vivência! O fomento da cultura vem muito daí: vem da mentalidade da população, vem do trabalho feito pelas mídias, que é o que você está fazendo aqui agora de divulgar para as pessoas. De dizer para as pessoas: Consuma, vá lá! Aprecie, aproveite! Absorva! Vivencie! É a vida: viva a vida!”

"Consuma, vá lá! Aprecie, aproveite! Absorva! Vivencie! É a vida: viva a vida!"



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